quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Conheça o que há de mais Avançado em Células-Tronco



Conheça o que há de mais avançado em células-tronco. A novidade é armazenar a polpa do dente
Médicos do mundo inteiro estão aconselhando o armazenamento das células-tronco dos dentes das crianças
A ciência avança em alta velocidade em relação ao uso de células-tronco no tratamento de várias doenças. Testes clínicos no Brasil já são feitos para saber qual a contribuição delas no combate à diabetes, enfisema pulmonar, lesão medular, osteoartrite, cardiopatias, dentre outros tratamentos. Muitas vezes, por falta de conhecimento, o material não é coletado do tecido do cordão umbilical – uma das fontes de células-tronco mesenquimais – e os pais lamentam terem perdido essa oportunidade. Agora, surge uma nova alternativa: armazenar as células-tronco mesenquimais (que são as que tem capacidade de se diferenciar em diversos tecidos) no processo de troca de dentes de leite pela dentição permanente.


“A coleta a partir da polpa de dente de leite é simples e permite aos pais que façam aquilo que seguramente queriam ter feito no momento do parto: armazenar as células-tronco mesenquimais mais jovens possíveis”, explica a diretora do StemCorp, Dra. Mariane Secco. Além da polpa de dente, a ciência revelou que o tecido adiposo e o tecido do cordão umbilical são ricas fontes de células-tronco mesenquimais. 
Para coletar as células-tronco mesenquimais, na troca da dentição, o processo é muito simples: basta colocar o dente no kit de coleta enviado pela empresa, assim que o dente cair ou for extraído no odontopediatra da criança, e enviar ao laboratório. “A partir deste material, fazemos o isolamento e posteriormente o armazenamento destas células”, conta a pesquisadora.
Os mesmos pesquisadores do Centro de Estudos do Genoma Humano e Células-tronco da USP (Universidade de São Paulo) que descobriram, durante a Tese de Doutorado, que o tecido do cordão umbilical é muito mais rico em células-tronco mesenquimais quando comparadas com o sangue do cordão, estão agora à frente da StemCorp. O estudo, orientado pela geneticista Dra. Mayana Zatz, foi publicado nas mais conceituadas revistas científicas do mundo. As células-tronco mesenquimais possuem várias vantagens, de acordo com as pesquisas realizadas pelo grupo: são as mais versáteis, podem se transformar em células de diferentes tecidos e secretar fatores com propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes, regulam o sistema imunológico e previnem a morte das células. Por isso poderão ser usadas para diversos fins.


“Quanto mais jovem a célula-tronco mesenquimal, melhor. E com a criopreservação (o congelamento a baixas temperaturas) ela se mantém com a mesma idade em que foi coletada”, esclarece Dra. Mariane Secco. Esse material poderá ser usado no futuro e, o que é mais importante, existe a possibilidade de expansão (multiplicação em laboratório), sem perda de características e propriedades. “A tecnologia e o conhecimento científico para a expansão de células-tronco mesenquimais não é simples, requer laboratório de alto padrão e profissionais de ponta, mas permite o uso em mais situações”, explica a pesquisadora.

Sobre a StemCorp
A StemCorp é um banco privado de armazenamento de células-tronco que conta com mais de 15 anos de experiência em pesquisas com células-tronco e diversas publicações científicas, além de ser associada a Centros de Pesquisas Nacionais e Internacionais para atualização na área de células-tronco e terapia celular. A StemCorp é única no Brasil a realizar a coleta, processamento e armazenamento de células-tronco mesenquimais de 3 fontes diferentes: tecido do cordão umbilical, polpa de dente e gordura. A consultoria científica da StemCorp conta com uma das maiores referências na área de Genética e Células-Tronco do país: Dra. Mayana Zatz. A diretoria científica da empresa inclui o Dr. Eder Zucconi, Dra. Mariane Secco e Dra. Natássia Vieira, todos PhD em Genética.

Nenhum comentário:

Postar um comentário