sábado, 15 de outubro de 2016

Tipos de Parto - Parte 1 - Parto Normal e Parto Natural

Tipos de Parto - Parte 1 - Parto Normal e Parto Natural



O post de hoje é o primeiro de 3 partes.  Nesses posts vou falar sobre cada tipo de parto e suas indicações e contra-indicações. A ideia não é fazer apologia a nenhum dos tipos e sim esclarecer as diferenças como forma de informação para as futuras mamães. Pois a escolha do parto cabe a cada mulher, juntamento com seu obstetra, levando em consideração as condições da gestação, da mãe e do bebê, avaliadas durante todo o pre-natal. 
No próximo sábado volto para falar sobre a parte 2.



PARTO NORMAL

Como é: via vaginal. Intervenções como anestesia, episiotomia (corte que o médico faz

no períneo para facilitar a saída do bebê) e indução das contrações por meio de soro são práticas aceitas. Apesar disso, permite a participação da mãe em todo o processo. Técnicas de relaxamento e ambiente hospitalar aconchegante minimizam o desconforto.

Quem pode: fisiologicamente, todas as mulheres estão preparadas para ele. É a primeira indicação dos médicos desde que não existam situações de risco para a mãe ou o bebê que exijam outro tipo de procedimento.

Riscos: ruptura do útero durante o trabalho de parto caso a mulher tenha sido submetida a cirurgias anteriores.

Benefícios: baixo risco de infecção materna. Menor incidência de complicações respiratórias para o bebê no pós-parto. Favorecimento do vínculo entre mãe e filho, que é levado para o colo da mãe e amamentado imediatamente ao nascer.

Recuperação: no mesmo dia. Ao final da anestesia, a mulher já pode levantar.

Anestesia: peridural, ráqui ou bloqueio duplo, combinação de peridural com ráqui.





PARTO NATURAL

Como é: via vaginal. A mulher é a agente do processo e nenhuma intervenção é feita, mas é preciso contar com uma equipe (médico, obstetriz e assistente), que entre em ação em caso de imprevistos. Como não há analgesia, pode não ser o ideal para quem é muito sensível à dor. Seus adeptos não falam em dor do parto, e sim em "ondas". Segundo eles, ao entender o processo, a mulher relaxa, o que minimiza o impacto das contrações.

Quem pode: toda mulher cuja gestação não esteja exposta a nenhum fator de risco materno ou fetal.

Riscos: os mesmos do parto normal, ou seja, ruptura do útero durante o trabalho de parto caso a mulher tenha sido submetida a cirurgias anteriores.

Benefícios: os mesmos do parto normal, ou seja, baixo risco de infecção materna. Menor incidência de complicações respiratórias para o bebê no pós-parto. Favorecimento do vínculo entre mãe e filho, que é levado para o colo da mãe e amamentado imediatamente ao nascer.

Recuperação: praticamente imediata.

Anestesia: nenhuma.

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